No último fim de semana, o servidor Moonguard de World of Warcraft foi atingido por uma praga mortal, marcando a segunda vez na história do jogo que um vírus incontrolável se espalhou entre os jogadores. Segundo informações do Wowhead, a origem da praga é um dungeon da expansão Dragonflight, chamado Brackenhide Hollow.
Dentro desse dungeon, alguns inimigos lançam um feitiço chamado Withering Contagion, que causa dano ao longo do tempo e se espalha para todos os jogadores em um raio de cinco jardas. Um jogador, seja por acidente ou intencionalmente, conseguiu levar o Withering Contagion para áreas centrais da Aliança, como a Silvermoon City.
Os jogadores de níveis mais baixos foram rapidamente eliminados pelo dano contínuo, enquanto os que sobreviveram ajudaram a disseminar ainda mais a praga. Logo, locais como Stormwind e a estalagem de Goldshire estavam cobertos por uma slime verde, com jogadores documentando a pandemia nas redes sociais.
A praga foi contida após um hotfix da Blizzard no dia 3 de julho, mas não antes de causar estragos por várias horas. Os jogadores começaram a se referir a esse evento como “Corrupted Blood 2.0”, em alusão ao surto anterior que ocorreu em 2005, quando o patch 1.7.0 introduziu a raid Zul’Gurub.
Naquela ocasião, o chefe final, Hakkar the Soulflayer, possuía uma mecânica de Corrupted Blood que deveria permanecer dentro da raid, mas um bug permitiu que se espalhasse para áreas populosas, resultando em mortes em massa.
Diferente do evento anterior, a nova praga não foi tão letal ou disruptiva, e a Blizzard conseguiu resolver a situação rapidamente, evitando que os jogadores precisassem se isolar em Azeroth durante o fim de semana do Dia da Independência dos Estados Unidos.
Além disso, a Blizzard continua a agir contra servidores privados que, segundo a empresa, estão lucrando ilegalmente, enquanto um suposto vazamento pode ter revelado planos futuros para o universo de Warcraft.